283 casos por 100.000 habitantes

A epidemia de gripe continua na fase de subida, até alcançar os 283 casos por cem mil habitantes, mas não é uma situação especialmente marcante, declarou à Efe o diretor do Centro de Coordenação de Alertas e Emergências Sanitárias do Ministério da Saúde, Fernando Simão

Continua o aumento da epidemia de gripe: 283 casos por 100.000 habitantesCampanha de vacinação da gripe/EFE/Víctor LaxO Congresso dá luz verde à saúde universal

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De acordo com dados do Sistema de Vigilância da Gripe em Portugal a terceira semana do ano (de 13 a 19 de janeiro), o vírus predominante é a do tipo A, enquanto que continua a diminuição do VRS.

Até agora, foram relatados 540 casos graves hospitalizados confirmados de gripe em 15 comunidades e 29 óbitos pelo vírus A, em que apenas dois dos mortos não tinham outras doenças, de acordo com Simão.

Disse que o tipo, A causa mais hospitalizações e da mortalidade é a “esperada”.

Não há nada de extraordinário a incidência da doença em comparação com anos anteriores: “Você está se comportando como é de se esperar”, enfatizou Simão.

O relatório periódico do Instituto de Saúde Carlos III, explica que a evolução da actividade gripal é “crescente” na maioria das comunidades.

A disseminação da doença aumenta com relação à semana anterior, com um nível “médio” de intensidade de actividade gripal; um nível epidémico em fase de “difusão” e uma evolução “crescente”.

O aumento da incidência é estatisticamente significativo em todos os grupos de idade, especialmente em menores de 15 anos.

Quinze das comunidades encontram-se em nível de epidemia: Andaluzia, Aragão, Astúrias, Baleares, Cantábria, Castela-La Mancha, Catalunha, Castela e Leão, Comunidade Valenciana, Estremadura, Madrid, Navarra, País Basco e La Rioja.

A incidência é “local” em Lagos e “esporádica” em Ceuta. Nesta semana começou a onda epidémica, nas ilhas Canárias.

O aumento da circulação do vírus da gripe está associada à circulação mista de gripe A (H1N1 e H3N2).

Quase metade das vítimas (48 %) era mais de 64 anos, e 71 % dos suscetíveis de terem sido vacinados (17, 24), não havia sido, aponta o relatório.

Entre os casos graves hospitalizados, 52% são homens; 56 % de todos os internados são adultos jovens e de meia-idade, seguido dos maiores de 64 anos (32 %).

77 % de 458 pacientes estudados apresentava fatores de risco para complicações de influenza, sendo os mais prevalentes a diabetes mellitus e a doença pulmonar crónica (21 %), seguidas de uma doença cardiovascular crônica (20 %) e a aids (18 %).

71 % de 321 doentes graves susceptíveis de serem vacinados não tinham recebido a antrigripal nesta temporada.

Os vírus da gripe a, caracterizados pelo Centro Nacional de Microbiologia “estariam cobertos com a vacina nesta temporada”, diz o relatório.

Saúde insiste na prevenção, com medidas de higiene, como lavar as mãos frequentemente e não estrecharlas a ninguém depois de espirrar.

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